SAME

janeiro 25, 2011

Cumplice do desastre me levanto com a garganta seca
o peito apertado pela minha indiferença com o infinito
uma vida carregada por sua pele gelada.
Flutuo em meus pensamentos procurando uma razão
Já nao consigo dormir
já não posso comer.
brindando a esperança no fundo do copo
Bebida que termina, a festa que se perde com a noite
Realidade crua que me deixa nua em frente ao espelho
as cicatrizes são as mesmas historias que vivo todo dia
um repetição das palavras que nunca ficam velhas em minha cabeça.

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Uma resposta to “SAME”

  1. Amanda Nunes Says:

    CA-RA-LHO, como é possível você escrever de forma tão perfeita tudo que nós passamos? eu só consigo fazer piadas sobre ahhahahahah cada vez melhor, amiga.


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