i’m right here.

janeiro 31, 2011

O papel nunca me pareceu tão vazio
Branco
Inutil.
E a festa nunca me pareceu tão atraente, fuga que inventei para esquecer
O amor que desaparece,
as luzes que confundo os dançarinos perdidos em cigarros.
Para onde devo ir se nao lê o que escrevo,
não ouve o que canto,
nao sabes quem sou,
Se nao imagina que me arranca do peito o coração.
Não ve.

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