‘os dias que eu me vejo só.’

junho 29, 2011

Acreditando no não sentir fez da sua vida uma imensa aventura.
E nas tormentas passadas se afogou,
Para que a água lavasse suas dores deitou nas ondas de algodão.
Não deixa que o amor escorregue por entre teus dedos,
pensou antes de trancar a porta e se foi.
A vida feita de ir e vir,
prende a respiração que a chuva logo vem.
Deixa teus cabelos molhados mais próximos ao meu rosto que talvez o dia corra pra traz.
O pulmão insiste em buscar um ar inexistente na atmosfera inventada pelo ridículo,
quase patético calor dos olhos.
Se pudesse ver a pessoa terrível que eu sou talvez me abandonasse também,
eu não quero mais ir embora.

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