he’s everywhere (but here)‏

junho 30, 2011

Ele arranha as paredes em um busca da sua liberdade,
escreve suas agonias, acende seus cigarros.
Tentando ignorar as noites de domingo que tanto o atormentaram.
Um conceito dificil de ser explicado aparenta uma falsa calma,
que mantém os demonios do ontem presos dentro da mente.
Seus olhos tão verdes escondem um passado recente de vidas atrás,
Que correram tão rápido no infinito,
se tornaram silhuetas na escuridão.
Ele conhece sobre corações partidos,
manhas solitárias e noites intermináveis.
E busca no futuro um novo por do sol que lhe arranque suspiros,
e que o mundo deixe de ser mudo por um segundo,
assim ele pode ser ele,
no sentido completo do seu ser, expor a pior parte das suas entranhas.
Me mostra a tua melodia.

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