um pouco poético, um pouco dramatico, demais de mim.

julho 3, 2011

encontro em todas as ruas motivos para ir embora,
ignorar o que a alma grita e voltar para o conforto da indiferença.
A gente se perde em palavras tentando explicar o furacão que me prende a esse ponto fixo no infinito, as ondas que se chocam contra a pedra em uma constância inevitável.
A gente vive o quase.
Eu me contento com o teu talvez.
E quem poderia imaginar que logo eu, de todas a mais só, poderia me envolver?!
Nem mesmo meus amigos mais próximos entendem como isso aconteceu, em que momento eu me permiti sentir.
Como eu, meu egocentristmo natural e meu medo imutável pudemos aceitar que a tempestade nos atingisse também.
Vivo de me esconder em poemas, assim não decifras o que tento dizer, me perdi.
Sinto-me uma estranha em minha própria pele ignorando o passado que atormenta meu sono, tentando acompanhar as mudançar de humor e a realidade confusa que tanto me diverte.  
Criamos o caos para carregar nos ombros aquilo que não conseguimos entender.
Quem sabe o que passa na sua cabeça?

fala.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: