julho 19, 2011

Víbora a espreita, se esconde em olhos marejados e dóceis.
Carrega consigo a arte do ódio, vidas passadas.
Deixo a besta presa, conheço a força de magoas antigas.
Escritas em papiros, marcadas na pele.
Posso senti-lá arrancando minhas pupilas, dentes suaves.
Me transformo, ignoro a lógica dos sentidos humanos.
Perdida em braços conhecidos, labirinto da tua mente o animal se solta.
Vejo a realidade pelo instinto de estar ao teu lado.
A fera não é mais tão ameaçadora,
Se guia por um não saber, desiste de não sentir,
Vive do não viver.

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