Sobre ignorar o ontem e o amanha por um segundo quase irreal.

julho 21, 2011

O novo se choca com os fantasmas do ontem.
Eu vivo da mentira de versos criados em dias nublados.
O mel escorre dos lábios carregando minha insegurança,
Tomada por um egoísmo animal me atiro na correnteza da madrugada.
Quando a chuva assemelha-se a delicadeza quase bruta
E o anoitecer se confunde com seus olhos, posso sentir aonde quero chegar.
Mentes tão complexas se misturam na sinfonia caótica que insistem em chamar de realidade, as vezes as horas passam rápido demais.
A gente se encontra no nosso lugar comum e deixa o dia desaparecer nas sombras do amanha.

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