Verdade dos olhos

julho 21, 2011

O lobo atras da cortina da duvida
Vive de me perguntar as minhas certezas do mito,
Sua possível crueldade
E o significado da serpente.
Caçador solitário, olhos em brasa.
Quase ameaçador se arrasta pela noite ignorando a claridade que já se aproxima.
É sua destrutividade na realidade que desperta a curiosidade da mente,
Encontro diversas leituras possíveis para cada movimento.
Enfrenta geadas e furacões, bravura dos ancestrais.
O animal na jaula não pode ser preso.
Espera a hora de abocanhar o mundo, sua maior presa, com a suavidade extrema do toque.
Uiva para o amanha, mente da besta.
Me mantenho por perto, kilometros de distancia, talvez o medo se vá (se foi)

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