16 de julho as 21:00

julho 30, 2011

Em versos escritos ontem encontro minha melodia.
Aprendi a conviver com a própria distorção presa em minhas entranhas.
Os vícios marcam minha pele,
As mentiras.
De tanto grita-las vivo a ilusão do meu passado,
Afogado em pequenas mágoas deixadas para trás.
O vazio, buraco negro sugando toda beleza atormenta minha mente.
Meu caos egoísta, cigarros a meia noite, eterna busca por um foco de luz no infinito.
Perdida em mim mesma, labirinto sem saída.

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