Passado quase recente, memória quase esquecida

julho 30, 2011

Achei que eu entendia, mas não.
Nada sei sobre o sentir, me acostumei tanto com a frieza que agora vejo o queimar da pele.
Eu, que me contentava com cigarros em noite frias,
Iluminada apenas pela pequena chama.
Deixava que a fumaça me escapasse por entre os dedos, mel derretido em teus cabelos.
Esperando um pouco de humanidade em mim, de mim.
Eu não via nada além do nó,
Das madrugadas vazias,
O não sentir me dominava, sol que não aquece.
Então, em algum momento, em algum lugar,
Me perdi em ti.

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