PONTE AÉREA PT.4

julho 30, 2011

Sufoco amargo de não dormir,
não saber nada do amanha.
Eu me seguro as malas, a estrada, a um caminho
E vivo de ir e vir, carrego meus eus.
Presa a raiz, um tudo quase imaginário,
Terror patético de enfrentar a realidade,
O nó aperta, dessa vez mais forte,
Eu me desespero, me debato, me desfaço em mil de mim.
Uma saudade daqui e dai,
Fico aqui, diante de ti, eterna insatisfeita
Contando quilômetros e minutos, a maldição
Isso nunca vai ter fim!

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