muitos e muitos milênios psicológicos depois, estou aqui.

agosto 19, 2011

coração que se aperta entre os pulmões, por segundos a volta do nó, sufoco.
o cheiro das lagrimas misturado com as paredes já antigas da casa nova,
da vida nova,
da terrivel possibilidade de respirar um pouco do desconhecido,
mente quase infantil , colapso de memórias, dor da poesia.
enquanto os acordes se misturam com a fumaça dos cigarros, olhos que agora já acharam essa possibilidade.
o impossivel,
infinito,
irreal.
Do passado ao presente, antiga dor de cabeça.
não estar em casa, não pertencer a lugar nenhum.
trancar algumas portas, fechar essas janelas,
fora da órbita familiar,
em qualquer canto com qualquer um,
eu te achei.

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