Sobre reis, noites e deliciosas tempestades em dias de sol

setembro 20, 2011

Foi em um tempo sem reis,
Talvez em um tempo sem tempo,
Onde os magos faziam poções para afastar possíveis maldições
E as sereias se deitavam em águas conturbadas roubando almas de marinheiros perdidos.
Foi em um tempo parado, cansado que a tempestade veio.
E bagunçando cada fio dos meus cabelos mostrou-me um pouco mais,
De repente eu via reis,
mas nunca vi tempo.
Quem precisa de tempo quando tem seus olhos e fumaça de cigarros em madrugadas criadas por suas mãos?
uma xícara de café na manha de domingo, o céu azul.
E foi a tua voz minha tempestade, a água carregou os receios.
Vivo de querer tudo de ti
Do mel que escorre por teus lábios até a lua que encontro em teus olhos.
Acordar com teu sorriso enquanto ainda é noite.

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