Depois de algumas manhas ainda estou aqui

outubro 3, 2011

O peito aperta com o correr do relógio,
Os ponteiros deveriam parar, congelar no tempo.
E essa velocidade me arranca as palavras
Cria suspiros.
Dores novas, sufoco conhecido.
Tu me prende nos braços,
Escrevendo tuas linhas em meu corpo.
Pouco a pouco somos apenas nós,
As noites intermináveis.
Beleza presa na sua voz,
Trás o impossível nos olhos de lobo,
Hipnotizada por você, teu sorriso.
Fico quanto tu quiser,
Não me canso de viver assim, tua nessa distância

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