outubro 4, 2011

Depois da destruição tu vê a beleza no caos.
E chegou assim, como quem não quer chegar,
Derrubando todas essa minhas certezas sobre o não sentir,
Fui completamente carregada pela tua tormenta,
Eu lutei, e quanto mais me debatia mais perto chegavas.
Como eu poderia aceitar tamanha fraqueza?
Te querer sempre um pouco mais,
Dançar apenas ao teu lado, a lua, o mar
Dividir-me toda para ti.
Já não sei mais o que é força,
Perdoem-me guerreiros calculistas mas prefiro os poetas loucos de amor,
Rasgar-me nas contradições,
Morrer todo dia um pouco nessa falta que você me faz,
Ficar do teu lado dividindo o oxigênio dessa realidade imunda
Procurando beleza em raios de sol,
Perto, a gente respira juntos, e se segura juntos e sem precisar a gente chora juntos pra não perder a poesia, nossa poesia marginal e esquisita,
Feita de café e cigarros, eu escrevo um mundo melhor só pra ti.
Nunca mais vou ser forte!

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