Me ensina a respirar!

outubro 4, 2011

Suspirou o poeta bêbado de amor:
Te amo e já não sei mais não te amar,
Quero viver desse amor assim, pouquinho pouquinho,
E rabiscar nas páginas brancas,
Amando sempre um pouco mais, dominada pelo sentimento.
São tantos dias, amor, em que sufoquei,
E tantas noites, amor, que não sonhei.
Mas já dancei com a noite, besta fera da madrugada.
Rasga-me o peito a dor de não viver.
Demônios mantém a vida rugindo: eu quero sair daqui.
Eu cansei de espera esse sol baixar,
E as horas corridas na vida não vivida amor, me tira daqui.
Eu imploro, ajoelho se precisar.
Quero uma casa, encher-me de paz,
Aqui sou só tristeza, amor, triste de esperar.

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