Como diriam poetas, gregos e deuses

outubro 21, 2011

Ela desejou o tártaro, falta de luz e barulho.
Enlouquecer na eternidade, o que é um louco se não feliz?
Vivendo sua insanidade, transformar sombras em mares
E no silencio arranhar essa memória perdida da, agora inexistente, lucidez.
Ela desejou o caos, e toda a sua não existência.
Esse estado sem êxtase nem sofrimento,
Apenas a confusão perdida nesse corpo já extremamente cansado de tentar,
Nesse levanta e cai, cigarros e manhas intermináveis,
Essa tristeza que as vezes a inunda, inexplicavelmente,
Como a cobra carnívora se alimentando das minhas entranhas,
Eu sonhei que estava asfixiando como se soubesse o que é viver,
A paranóia vai acabar me matando.

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