novembro 14, 2011

eu simplesmente abro mão de mim,
e desisto, deus eu desisto!
me rendo a tudo que falaram, todos tão certos, todos tão frios.
eu descobri que não passo desse NADA, como pude ser tão tola?
maldita hora que deixei essa fome de poesia me consumir,
e acreditei que era feita de ventos passados e estrelas,
POBRE DE MIM!
então o reflexo, antes uma névoa, fica claro
eu sou como todos voces,
morro como todos voces,
e não quero mais ser assim, tão fraca.
creio que esteja cansada, nada mais do que cansada

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: