no.

fevereiro 19, 2012

Poesia escorrendo pelos nosso dedos, caos.
Todos morrem no primeiro ato,
O vinho acaba e o som do piano é silenciado pelos gritos da minha alma.
Agora acorrentada aos meus demônios, imortais.
Mãos de veludo fecham meus olhos com a delicadeza do fim,
E aproveito as ondas de melancolia para dormir em meio as lagrimas.
A solidão me sufoca,
Sempre sou obrigada a acordar.

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