março 7, 2012

aperta o travesseiro contra o peito e deixa a noite passar.
os demônios da madrugada adoram me torturar, pesadelos,
mostram as projeções dos maiores temores,
me enforcam em minhas angustias.
dessa vez o medo veio no sono,
sua voz rouca descrevia a morte do amor.
o tremor involuntário das minhas mãos entregou o nervosismo,
e com a habilidade da maior das vilãs escondi as lagrimas,
chorei por dentro.
os olhos se abriram secos e o amanhecer nunca foi tão confortante,
a blusa velha, o caderno rabiscado, as marcas de ti em mim,
eu te amo todo dia!

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