even if it kills me.

abril 8, 2013

eu tenho lutado muito,
contra essas pedras e contra essas cicatrizes,
tenho me debatido em baixo da tempestade, da dor que tu causou.
tenho respirado pouco,
eu vivo cansada. 
Mas a gente tem que lutar pela gente, 
e eu tenho que esquecer,
doi saber que nunca vamos ser tudo que poderiamos ser,
mas ainda assim, me basta ter você aqui.
E eu vou segurar sua mão mesmo que me mate, 
por voce, eu fico! 

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abril 7, 2013

“That I swore was everything but beautiful,
I only say that word for you”


“Or the grace of your eyes that can see good in me”

janeiro 21, 2013

me desesperei,
e deixei as lagrimas cairem, me orgulhei delas.
cada uma que passava pelo meu rosto e parava no canto da minha boca,
o gosto salgado dos meus medos e dores.
mas hoje eu chorei de amor,
tu é a melhor parte da minha vida.


sick sick sick

janeiro 5, 2013

a fotografia queima em minhas mãos e eu não mais suporto olha-la 
como se o tempo tivesse se tornado cada vez mais sombrio.
as pessoas que antes eram nosso apoio se vão pouco a pouco
e, assim como a fotografia, viram cinzas de um passado que a gente não consegue mais esquecer. 
os amigos são apenas uma sombra que já não existes mais, 
e eu, eu cansei de tentar. 
eu cansei de dar o primeiro passo sempre e me decepcionar,
de ver o dia acabar sem ter valido a pena. 
e eu? eu nem me esforço mais,
pois eu sei quem quem nunca pertenceu aqui, fui eu. 


PAR

novembro 22, 2012

Arrastei a ponta dos dedos pelo colchão as 4 da manha,
Buscando um pedaço de ti que já não estava lá.
A madrugada se perde nos seus olhos quase verdes e eu já vivo a nossa distancia.
A estrada fica mais longa,
As noites mais frias e o peito apertado de não te ter.
Fecho os olhos e finjo que é ontem,
Segura na minha mão que eu já não tenho mais medo,
Par.


sei lá, mil coisas.

novembro 2, 2012

sinto falta do meu melhor amigo e da sensação que eu poderia ligar a qualquer hora que nunca seria um incomodo e do fato que ele sempre tinha uma resposta para me dar independente de qual fosse a minha pergunta. sinto falta das minhas amigas e da nossa sintonia de quase irmãs, das noites em que tudo fazia sentido porque estávamos juntas e nada mais importava no mundo, sinto falta de ser invencível. sinto falta das luzes da cidade me dando vida, do rosto corar e dos perigos. sinto falta de deitar na cama um pouco bebada demais para levantar e ter certeza por algumas horas que essa seria a ultima vez que eu me deixaria chegar a esse ponto, sinto falta dos cigarros com gosto de madrugada e das estrelas perto demais do meu rosto. sinto falta do ar da noite cortando minha pele e me dando energia vital para pensar: é isso que interessa, essa noite. sinto tanta falta de me sentir bonita e de ser bonita, de saber que ali eu estava no meu lugar e deixar os braços leves e o corpo solto porque eu posso fazer o que eu quiser. sinto falta da gente sendo a gente, sendo o que a gente sempre foi. sinto falta do seu sorriso quando a gente se encontrava nas ruas imundas da cidade, e de como a gente dançava de um jeito engraçado que só a gente entendia. as vezes é como se tivessem me matado, to correndo atrás de memórias porque andar pra frente machuca o peito e eu não tenho mais forças pra isso. 


city lights

novembro 2, 2012

que saudade de estar viva! 


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outubro 12, 2012

“He [Kurt Cobain] talked about how ugly he thought he was all of the time. I remember one day he looked in a mirror and almost shed a few tears because he was so uncomfortable in his own skin. He was really insecure. This photo was one of the only ones he’s ever liked of himself. He told me he liked it because he thought he looked good. Kurt rarely looked at a photo of himself and felt he was attractive. He kept that photo in his wallet for awhile, I think. He was proud of it.” 


nada demais pra noites perdidas em gotas na janela.

outubro 12, 2012

 

gostaria de ser um pouco mais interessante.
ter um pouco mais de novidade, quem sabe um pouco mais de drama.
sei lá, um pouco mais de coisas.
muito mais de tudo, viver o máximo do agora, ele acaba quase rápido demais
e quando se for não vai passar de uma memória. 
suas mãos casadas vao se curvar sobre o pouco que sobrou de si mesmo
preso nessa casa
nas paredes
se eu pudesse, me trancaria dentro do seu sorriso só pra sentir o calor do seu coração. 
BAH…


monólogo de uma pessoa só (ou duas, mas só se tu quiser)

outubro 10, 2012

oi tudo bom? tudo e voce? a gente podia ir em algum lugar alguma hora né? quem sabe a gente pode sair daqui, tem tanta gente lá dentro. queria conhecer uma cidade no deserto e uma na montanha. Será que o seu cheiro vai ficar grudado no meu travesseiro por muito tempo? eu pensei que talves, se o sol queimasse nossos rostos a gente podia começar a odia-lo e deitar um tempo sob as estrelas, sei lá, conhecendo a madrugada. e ai voce pode segurar a minha mão se voce quiser, e a gente vai falar umas coisas bobas que só a gente consegue entender, porque nossas palavras são uma língua só nossa, que só a gente entende, cheia de pensamento só nossos. Então eu poderia dormir do seu lado, acordar do seu lado, correr pra escovar meus cabelos de manha e deitar de novo. A gente poderia passar o domingo assim, fazendo um nada gostoso cheio de coisas que nós não temos que fazer, e eu não me lembraria do sabado e voce poderia me contar detalhadamente como eu dancei em cima da mesa e te fiz passar vergonha. porque voce sabe que eu sou assim né? eu bebo um pouco demais. E a gente pode dividir um cigarro e um copo de café, a gente pode dividir o dia.

a gente pode dividir a vida… se tu quiser!